Combater plantas daninhas exige conhecimento e ajuda da tecnologia

É consenso no agronegócio que, ao longo dos tempos, o desenvolvimento do controle químico tem sido uma das grandes e mais eficientes medidas para o manejo correto de plantas daninhas. Com esse processo, entretanto, surgem alguns efeitos colaterais para o produtor: o resultado eficiente faz com que essa prática seja realizada de modo extensivo, o que atinge em boa parte dos casos áreas que estão livres de infestações e que não necessitariam, teoricamente, da aplicação de produtos agrícolas de combate como pesticidas e herbicidas.

Nesses casos específicos, a indicação para o produtor é para que o processo seja coordenado por medidas integradas de controle, que incluem uma série de procedimentos e análises preventivas da cultura agrícola, físicas, culturais, biológicas e químicas, sempre tendo como objetivo a redução de infestações nas diferentes culturas e lavouras.

Complementando essas ações, a chamada Agricultura de Precisão – AP – vem se mostrando também uma importante aliada para combater plantas daninhas.

Através dela, é possível estabelecer um conjunto de ações e técnicas que permitem gerenciar de forma específica e localizada a aplicação de insumos no manejo de plantações e culturas da área agrícola.

Essas técnicas usam da alta tecnologia disponível hoje no agronegócio como os drones, que voam associados ao GPS para realizar levantamentos e análises das áreas pré-determinadas, para identificar possíveis focos de espécies de plantas daninhas de forma clara e rápida, permitindo a adoção da melhor técnica de manejo e prevenção para cada área e cultura.

O monitoramento da ação também é fundamental, já que é necessário que o produtor identifique também possíveis espécies que são resistentes aos herbicidas, o que exige uma nova estratégia de combate. Um exemplo prático é que a utilização de mapas da propriedade rural para a aplicação de produtos herbicidas tem se mostrado eficiente a ponto de reduzir o número de aplicações em até 60%, o que gera uma economia bastante considerável no final do ciclo, maior produtividade e mais resultado!

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